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quarta-feira, 10 de outubro de 2007

iPhone 2 - O melhor de todos tempos

Projetando o ano de 2008 e vendo as novas tecnologias que os celulares terão, perguntamos o que o iPhone poderia melhorar para que ele pudesse ganhar o prêmio de melhor celular de 2008?

Como em qualquer mercado competitivo, é sempre mais difícil fazer sucesso com a Segunda geração de um produto. Talvez mais ainda nesse caso, não somente por causa dos modelos que competem nessa categoria, mas também porque as fábricas concorrentes tem um conhecimento maior da estatégia da Apple nesse mercado, sem contar os fabricantes de computador que estão desenvolvendo seus próprios produtos portáteis que irão usar a nova rede WiMax que está por vir. Para a Apple entrar na competição no próximo ano, nós pensamos que ela precisará melhorar a comunicação, a produtividade e a conectividade do IPhone 2. Entretanto terá que manter o mesmo tamanho do IPhone atual.


Melhor jeito de digitar textos

Mais especificamente, nós pensamos que o IPhone 2 precisará dar uma arrancada na sua experiência de comunicação, Por exemplo melhorar a o jeito de escrever nele, só assim irá estar no páreo com os novos aparelhos com conexão à internet que irão oferecer email, Aplicativos de mensagens Instantâneas(MSN por exemplo) e poder até postar num blog.


Ferramentas para trabalho corporativo incorporado no pacote

Além disso, nós pensamos que o iPhone2 deveria ter melhor capacidade de produtividade. Nós não pensamos que seria crucial abrir o sistema para que aplicações de outras empresas sejam instaladas nele, entretanto, o iPhone2 deveria vir com um pacote funcional de aplicativos de produtividade e negócios(Ex: um Office para iPhone). Assim o iPhone 2 iria competir facilmente com os smartphones para negócios e os PC´s móveis que estão chegando ao mercado.

WiMAX? HSDPA? Ou os dois?

Último, mas não menos importante, o iPhone2 terá que ter com certeza uma atualização na sua conectividade. Comparado com os celulares 3G UMTS, a atual conexão EDGE do não é tão má, mas comparada com os futuros aparelhos com conexão HSDPA de 7.2 Mbps e conexão WiMax de 10 Mbps, não há dúvida que a Apple precisa dar um jeito de colocar HSDPA e seria crucial o iPhone2 com uma versão para o WiMax, já que essa tecnologia está vindo a toda.

Manter o visual

Nós pensamos que o iPhone2 para atrair novos usuários deveria ter o mesmo design do iPhone inclusive a tela touchscreen que é um sucesso, claro com algumas melhorias. Não há dúvida que a Apple desenvolveu uma fórmula de ouro, o que poderia garantir o futuro do iPhone2 no mercado.

iPhone 2 – o melhor celular de todos os tempos

Se a Apple continuar no caminho que está e colocar as funcionalidades acima citadas com
certeza o iPhone2 será o melhor celular de todos os tempos. E com tanta coisa a oferecer vai ser difícil um concorrente conseguir ganhar essa corrida.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Compre Iphone banhado à ouro


A Goldstriker International está oferecendo uma versão do telefone celular iPhone banhado em ouro 24 quilates. O aparelho é da versão de 8 GB.

O telefone começa a ser vendido na segunda quinzena de outubro e o preço ainda não foi divulgado. Mais informações podem ser obtidas no site http://www.goldstriker.co.uk/
phoneslides/iphone.html.

Imagina quanto será o preço desse produto, o pior é saber que tem quem compre, com certeza um xeique por aí vai comprar esse iphone só pra ouvir música hehe.

A sacanagem do Steve Jobs

A palavra da semana é bricked. Vem do inglês, quer dizer ‘tornar tijolo’. Quando você tanto mexe em seu computador – ou iPod, ou console de games ou seja lá o quê – a ponto de que a máquina não liga mais de não ter conserto, ela foi bricked. Virou peso de papel dos mais caros. Virou tijolo.

Alguns iPhones foram bricked esta semana.
Aconteceu assim: a Apple divulgou o primeiro update no software do telefone, que tapa uma série de vulnerabilidades do aparelho. A maioria dos problemas estavam no Safari, o browser, mas havia também um galho ou outro no email e um terceiro no protocolo bluetooth. Evidentemente, estes updates são naturais.

Nos EUA, os iPhones foram vendidos com contratos para a Cingular/AT&T, uma das operadoras de celulares do país. Nas semanas seguintes ao lançamento, alguns hackers desenvolveram produtos para destravar o iPhone, permitindo que operasse com qualquer operadora. E muitos usuários instalaram a modificação.

Quem modificou seu iPhone e fez o update do sistema se danou: o telefone sequer liga. Não apenas deixou de operar como celular, mas também não funciona para navegar pela internet via WiFi ou toca músicas como iPod. Sequer liga mesmo.

Conforme a palavra bricked começa a se popularizar pela imprensa americana, a Apple já havia anunciado que não se responsabilizaria por ninguém que hackeasse o iPhone. Quem o fez, correu risco por conta própria.

A Apple ganha um percentual da conta de telefone de cada usuário do iPhone, então tem interesse nesta parceria com a AT&T. Ainda assim, há um debate entre os analistas. A dúvida: a empresa detonou propositalmente os celulares hackeados ou foi sem querer?

Pode ter sido sem querer. Como a mudança que permite o uso de outras operadoras passa por modificar o modem do iPhone, como o update mexe no bluetooth, pode ser que algo desta modificação tenha inutilizado o aparelho. A preocupação, afinal, era consertar um problema nos iPhones normais e ninguém se preocupou com aqueles porventura modificados.

Ou então a Apple simplesmente puniu, mesmo, quem alterou o aparelho.

Quem modifica um aparelho digital o faz, sempre, por sua conta e risco. Mas a Apple deixou uma trupe de usuários frustrada – e estes não são quaisquer usuários. Este número – que varia entre 2% e 10% dos compradores dos iPhones, segundo as estimativas na praça – são os mais tarimbados tecnicamente.

Isto quer dizer o seguinte: são as pessoas, na família ou no escritório, que os outros procuram na hora de comprar um computador ou uma câmera digital ou um player de MP3.

Sempre que se faz algo contra o pequeno percentual de pessoas que manja muito de tecnologia, corre-se um risco grande. Dificilmente eles recomendarão um aparelho daquela marca novamente.

Certamente há um problema ético, aí.
Os grupos de hackers já estão trabalhando ininterruptamente. Até o fechamento desta edição, já haviam conseguido recuperar alguns iPhones, reinstalando a versão anterior do sistema. Mas ainda era uma recuperação parcial. Funciona como iPod, como computador de bolso. Como celular, não. É bem possível que consigam recuperá-los por completo. Essa turma é mágica.

Assim, periga que tudo vire um jogo de gato e rato, com no próximo update a Apple inutilizando mais uma penca de aparelhos e os hackers conseguindo reverter o processo indefinidamente. No meio do caminho, utilizando-se de uma estratégia de medo, por certo a empresa de Steve Jobs conseguirá dissuadir muita gente de tentar libertar seu iPhone.

Isso que é sacanagem mesmo...

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Hackers revertem parcialmente atualização de iPhone

A comunidade de hackers que se dedica ao destravamento do iPhone divulgou uma receita para reverter o bloqueio total dos aparelhos de usuários que tentaram atualizar o firmware, mesmo com todos os alertas divulgados de que a inutilização ocorreria.

Segundo o site The Inquirer, as instruções foram inseridas no iPhone Dev Wiki, um espaço usado pelos hackers para divulgar os avanços e técnicas para o destravamento do aparelho, e fazem o chamado "downgrade" do firmware, voltando da versão 1.1.1 para a anterior, 1.0.2.

O site Macworld conduziu testes e noticiou que as instruções não trazem os iPhones inutilizados completamente de volta à vida. Com o downgrade, funções como rede de dados e telefone continuam bloqueadas, embora recursos de iPod e algumas capacidades Wi-Fi voltem a funcionar.

Ainda que algumas notícias de destravamento bem sucedidos do chip transmissor dos sinais de chamadas tenham sido feitas, nenhuma foi confirmada pelos hackers, que estão precisando lidar com a forte criptografia que a Apple realizou no mais novo firmware.

Os hackers ainda trabalham com força total em uma solução. Tom Ferris, pesquisador de segurança que trabalha no destravamento, afirmou que o trabalho será mais complexo que o realizado pela primeira vez, mas que "como o Steve Jobs disse, é um jogo de gato e rato".

iPhone: usuários que desbloquearam celular da Apple falam das vantagens do aparelho

Desde que a Apple começou a vender o celular iPhone, em junho nos EUA , muitos fãs brasileiros da marca acompanham os debates sobre as vantagens do aparelho sobre os demais existentes no mercado - como a tela sensível ao toque e a conexão à internet sem fio. Outros fãs, entretanto, preferiram não acompanhar sentados a expansão do celular no mundo - o aparelho chega em novembro à Europa - e a falta de perspectivas da Apple para o mercado brasileiro : correram atrás de soluções, desbloquearam o aparelho e usam o iPhone aqui no Brasil, com chips de operadoras nacionais.

O que a Apple fez, limitando o usuário de usar o aparelho, é desleal. Nenhuma fabricante de celular, Nokia, Motorola, Siemens, faz isso hoje. Se o mercado já sabe desbloquear, tudo bem, as empresas evoluem e se adaptam aos usuários. Mas a Apple pode estar prejudicando quem desbloqueia os aparelhos, porque oferece atualizações do software do iPhone e inutiliza os aparelhos liberados. É bom ficar em alerta - opinam os consumidores.

Para saber a opinião dos brasileiros que compraram o iphone e desbloquearam clique aqui

Questionada sobre os hábitos dos usuários no desbloqueio dos telefones no Brasil, a representação da Apple no país afirma apenas que, como não comercializa o aparelho aqui, não se pronuncia sobre o assunto.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Novo firmware contra o desbloqueio de iPhones

Depois de alertar que os programas ilegais de desbloqueio de iPhones podem causar danos irreparáveis nos equipamentos, a Apple lança uma atualização de firmware para desencorajar estas iniciativas dos utilizadores.

As novidades desta versão prendem-se com as opções de volume do smartphone, ligação OUT para TV e possibilidade de desligar o EDGE/GPRS em roaming internacional.

O desbloqueio do equipamento tem sido a única forma de utilizar o smartphone com outras redes que não a AT&T (com o monopólio nos EUA). Inglaterra, França e Alemanha são os primeiros na fila para receber o iPhone em Novembro.

Esta nova versão de firmware inutiliza o Installer.app que tem sido o software mais utilizado para desbloquear o iPhone, embora não o apague do sistema.

sábado, 29 de setembro de 2007

Apple lança novo software para proteger iPhone dos 'hackers'

Mais um software da Apple para acabar com o desbloqueio dos iphones.
O gigante da informática Apple lançou nesta sexta-feira uma atualização do software do iPhone que impede o usuário de instalar programas não autorizados ou utilizar os serviços de outras operadoras além da AT&T, evitando assim os programas recentes que desbloqueiam o aparelho.

A nova versão do programa desabilita os aparelhos que foram alterados e anula a garantia, advertiu a empresa.

Os hackers ainda não conseguiram desvendar o código secreto do novo programa, mas a correria já começou.

Os engenheiros do iPhoneSimFree publicaram nesta sexta-feira num site da web que "infelizmente não existe uma maneira de reativar o telefone para que ele funcione com cartão de outra companhia".

No entanto, continuarão trabalhando nisso, "porque é um assunto que atinge muita gente".

A AT&T é a operadora de telefonia exclusiva da Apple nos Estados Unidos.

Sem a nova atualização, os iPhones pirateados podem funcionar com os cartões de outras operadoras.

Lançado em junho nos Estados Unidos, o iPhone foi desbloqueado em meados de agosto. Desde então, os programas para desbloquear o aparelho vêm se multiplicando na intentet.

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

iPhone ganha apelido de iBrick

Código para detonar iPhone desbloqueado também afeta aparelhos sem modificação e revolta usuários.

O update 1.1.1 divulgado para iPhones está gerando controvérsia entre os consumidores da Apple.

Como a própria fabricante já havia alertado, a atualização traria, além de novas características e atualizações de segurança, códigos que bloqueiam funções de iPhones desbloqueados.

O objetivo básico da Apple é conter a onda de desbloqueio de seus telefones. A controvérsia ocorre porque usuários que não desbloquearam seus aparelhos também reportaram problemas com seus telefones.

Em serviços como Gizmodo e Twitter, usuários do iPhone que não fizeram nenhuma modificação para livrar-se do chip da AT&T, reportaram diversos problemas após instalar o update da Apple.

Entre as queixas estão casos de usuários que perderam dados gravados na memória do telefone até usuários que viram seu telefone deixar de funcionar totalmente.

A Apple não se manifestou sobre os problemas, mas em tese usuários que não fizeram o desbloqueio do telefone estão cobertos por um termo de garantia.

Nos blogs, sites e comunidades que repercutem os problemas com o iPhone, os usuários agora se referem ao aparelho como iBrick, tão útil como um tijolo.

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Apple tenta desencorajar desbloqueio do iPhone


Diante da multiplicação de programas na internet para desbloquear o iPhone para que o aparelho possa ser usado com qualquer operadora, a Apple declarou guerra e agora afirma que eles danificam seu produto e anulam a garantia.

"Muitos dos programas de desbloqueio disponíveis na internet causam danos irreparáveis e impedirão definitivamente o aparelho de funcionar quando for instalada a próxima atualização", advertiu a Apple.

O grupo americano precisou que lançará no fim de semana um software de atualização com novas funções, desaconselhando seus clientes a instalação de programas de desbloqueio "não autorizados", pois isso também anulará a garantia do produto.

Esta é a primeira vez que a Apple lança uma ameaça concreta contra os programas de desbloqueio que circulam há algumas semanas na web e prejudicam, sobretudo, a ATT, operadora de telefonia exclusiva da Apple nos Estados Unidos.

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Apple vai combater desbloqueio do iPhone, diz Jobs

Diretor-presidente da empresa faz primeiro pronunciamento sobre o desbloqueio e diz ser obrigação da Apple manter-se à frente dos hackers.

Pronunciando-se pela primeira vez sobre o uso do iPhone em redes celulares não autorizadas, Steve Jobs, diretor-presidente da Apple, disse que a empresa combaterá a atividade hacker de desbloquear o aparelho.

“É um jogo de gato e rato”, disse Jobs em entrevista em uma das lojas de varejo da Apple de Londres, Inglaterra, conforme relatado por Gregg Keizer em artigo publicado no site da revista Computerworld. “Tentamos nos manter à frente. As pessoas tentarão invadi-lo e é nossa obrigação impedi-las.”

Keizer lembra que já surgiram diversas maneiras de desbloquear o iPhone para que seja usado em qualquer rede celular que não a da americana AT&T, para a qual o aparelho vem programado de fábrica para funcionar com exclusividade.

Keizer observa que a mais recente e aclamada das maneiras de desbloquear o iPhone surgiu na semana passada, quando um grupo hacker divulgou na Internet software gratuito que permite o desbloqueio. Para facilitar esse trabalho por usuários leigos, o programa dispõe até de interface gráfica. Todavia, nada garante que o aparelho continuará desbloqueado após o lançamento de futuras atualizações de firmware.

Segundo Keizer, Carolina Milanesi, analista da firma de pesquisas Gartner Inc. que estava presente à apresentação de Jobs em Londres na qual anunciou o lançamento do iPhone no Reino Unido, disse não estar certa de que a longo prazo é realmente importante para a Apple manter-se à frente dos hackers, tal como Jobs disse ser. “No momento, do ponto de vista do consumidor, você precisa ter muito cuidado sobre o desbloqueio do iPhone e saber como quer usá-lo”, disse ela. “Se você desbloqueá-lo, não poderá usufruir da tarifa fixa e não terá acesso aos 7,5 mil pontos de acesso à rede Wi-Fi”.

Keizer nota também que a O2, operadora exclusiva do iPhone no Reino Unido, oferecerá três planos de tarifa fixa, coisa relativamente rara por lá. “Se você desbloquear [o iPhone] e então usá-lo na Internet e e-mail, poderá se surpreender com o valor de sua primeira conta”, acrescentou Milanesi, referindo-se às taxas variáveis cobradas pela maioria das operadoras no país e em outras partes da Europa.

“Jobs não entrou em detalhes sobre como a Apple pretende barrar os hackers, mas o processo presumivelmente envolveria atualizações de firmware para o iPhone, fornecidos via software iTunes. As duas atualizações já lançadas desde o início das vendas do iPhone nos EUA no fim de junho desfizeram alterações feitas por hackers ou forçaram o usuário a restaurar as configurações originais do aparelho”, informa Keizer.

Indiretamente, Jobs reconheceu que o trabalho de impedir qualquer hackeamento pode ser impossível, informa Keizer. “Não estou certo se somos os gatos ou os ratos”, disse Jobs.

A esse respeito, Milanesi comentou: “Jobs disse que [a Apple] ficaria um passo à frente, mas isso é mais fácil dizer do que fazer.”

Mais detalhes no artigo completo de Keizer.